Sete disciplinas. Nenhuma é opcional. Primeiro, as fronteiras de responsabilidade: escritas e assinadas antes da primeira linha de código. O agente só faz o que está na matriz de alçadas. O que não está é impedido por configuração, não por política. Sem linha de base medida, não há promessa de resultado. Medimos volume, tempo de ciclo, erro, custo e retrabalho. Gate humano decide antes da ação. Aprovação depois do fato não é controle: é justificativa. A trilha de auditoria nasce da própria operação. Não é reconstruída depois, a partir de logs dispersos. A portabilidade é contratada, não prometida. A saída tem prazo, cláusula e transição. E o custo por tarefa é medido e publicado todo mês, contra a linha de base. Tudo passa por sete gates com o cliente, do entender à desativação, com revalidação a cada trimestre. Nos primeiros noventa dias, a primeira equipe de agentes entra em regime. Cada disciplina parece uma restrição. Juntas, são o caminho crítico até a produção recorrente. Agende uma conversa.